Rayuela – Uma forma divertida de combater o cibercrime

Rayuela

O JOGO

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Bem-vindo!
Nesta página encontrará tudo o que precisa saber sobre este videojogo educativo que pretende capacitar e educar os mais jovens para os perigos da internet.

CIBERAVENTURAS

Ciberbullying

O bullying através da internet/ciberbullying integra qualquer tipo de comportamento de agressão, ameaça, intimidação ou outra interação, com o objetivo de causar dor, vergonha, medo e/ou desconforto nas vítimas, recorrendo à internet para exercer esses comportamentos. São meios frequentemente utilizados para o ciberbullying as chamadas, mensagens escritas, mensagens de voz ou vídeo, comunicações em chats, redes sociais, tentativas de sabotagem de redes ou dispositivos.
Fonte: RAYUELA.EU
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1 em cada 6 jovens reportaram ser vítimas de ciberbullying

Aliciamento online

O aliciamento online é um processo através do qual um adulto utiliza as novas tecnologias para fazer amizade com um menor com a intenção de obter conteúdo sexual ou de marcar um encontro para fins sexuais. Este fenómeno explora a falta de maturidade das crianças e jovens, com potenciais consequências negativas para o seu bem-estar psicológico, físico e social. O processo envolve múltiplas estratégias enganosas para manipulação dos menores e, geralmente, inicia-se através de uma abordagem não-sexual. As ferramentas disponíveis na internet têm facilitado significativamente o processo do aliciamento online, devido à velocidade com que a comunicação ocorre e ao vasto número de contactos possíveis. Uma vez identificadas as potenciais vítimas, selecionadas pelos agressores com base em características específicas (como género, idade, aparência física ou traços de personalidade), são utilizadas técnicas que incluem a persuasão, consistência e compromisso. A internet possibilita a manutenção de contactos diários e privados com as crianças e jovens, permitindo que os agressores trabalhem as emoções do menor ao longo do tempo até que este se sinta seguro ou impelido para enviar conteúdos íntimos e, em última instância, para marcar um encontro presencial.
Fonte: RAYUELA.EU
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Durante a pandemia de COVID-19 os casos aumentaram 300%

Discurso de ódio
e ciberbullying

O discurso de ódio caracteriza-se pela utilização de uma ou mais formas de expressão que promovem ou incitam à difamação, ódio e estigmatização de uma pessoa ou grupo de pessoas. Este discurso é motivado por atitudes discriminatórias e intimidadoras e surge frequentemente associado a assédio, insultos e/ou ameaças. O discurso estigmatizante, hostil e malicioso baseia-se em uma ou mais características pessoais ou de estatuto das vítimas, como a raça, cor de pele, religião ou crença, nacionalidade, etnia, assim como descendência, idade, deficiência, sexo, género, identidade de género e orientação sexual. Este fenómeno ganhou maior proporção e visibilidade através da utilização da internet – discurso de ódio online, partilhando características semelhantes às do ciberbullying.
Fonte: RAYUELA.EU
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Fenómenos interligados que utilizam a internet para difundir discursos estigmatizantes contra indivíduos ou grupos

Riscos Tecnológicos

A navegação online envolve uma série de perigos. Estes riscos estão em crescimento constante, acompanhando o aumento da conectividade e do uso da tecnologia no quotidiano. O phishing é um dos ataques mais comuns e baseia-se na exploração da confiança dos utilizadores, levando as vítimas a fornecer dados pessoais, senhas ou informações bancárias. Por outro lado, a proliferação de dispositivos do dia a dia conectados à internet (câmaras de segurança, assistentes virtuais, etc.) aumenta os perigos de controlo e acesso a dados privados por parte de cibercriminosos. Além das ameaças tecnológicas, os fatores humanos desempenham um papel crucial na segurança online. Estudos indicam que 95% dos incidentes de cibersegurança são causados por erros humanos. Um dos principais problemas é a falta de perceção de risco, especialmente entre adolescentes, que tendem a subestimar os perigos da internet. Esta despreocupação leva à adoção de práticas inseguras, como o uso de senhas fracas e a partilha excessiva de informações pessoais em plataformas digitais.
Fonte: RAYUELA.EU
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Em média, as crianças e jovens passam cerca de 4 horas diárias na internet

Relações
tóxicas online

A utilização massiva da internet leva a que muitos fenómenos do quotidiano se transfiram para o ambiente online, amplificando a sua intensidade e alcance, de forma significativa. O ambiente digital permite que relações, tanto positivas como negativas, se desenvolvam rapidamente, aumentando o potencial para comportamentos tóxicos ou abusivos, como manipulação emocional e controle. Esses comportamentos podem ter consequências ainda mais graves devido à conectividade constante e à facilidade de acesso à vida pessoal dos envolvidos. Nas relações tóxicas online, os agressores monopolizam o tempo da vítima, levando-a a negligenciar amigos e familiares e a deixar de participar de eventos sociais, para se focar apenas na relação com o agressor. Sob a aparência de um casal romântico, esse comportamento pode fazer a vítima sentir-se extremamente amada e especial. No entanto, ela acaba por se isolar do seu círculo social, tornando-se cada vez mais dependente do agressor, tanto para tarefas diárias como para validação emocional. Nesta dinâmica, os agressores ganham controlo sobre as vítimas, seja no plano emocional, físico ou financeiro. Após conseguirem conquistar e isolar o alvo, eles podem alterar radicalmente o seu comportamento, passando a intimidar e menosprezar a vítima.
Fonte: RAYUELA.EU
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As vítimas experienciam consequências graves

Fake news

As notícias falsas são intencionalmente escritas para induzir o leitor em erro, levando-o a acreditar que a informação que está a receber é verdadeira. O principal canal de divulgação deste tipo de notícias são as redes sociais, onde os algoritmos que indexam conteúdos novos com base nos cliques anteriores geram câmaras de eco que tornam determinado conteúdo dominante para um utilizador, através da repetição, excluindo outras visões alternativas. Os jovens são especialmente vulneráveis à desinformação e notícias falsas porque obtêm a maioria da informação através das redes sociais, onde o conteúdo proveniente de amigos ou influenciadores digitais é mais valorizado que a fonte original. Além disso, o conteúdo é mais relevante se for engraçado, apelativo ou inovador, em detrimento da sua veracidade.
Fonte: RAYUELA.EU
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Quase
1/3 dos jovens
partilhou fake news sem saber

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